Tom correia nasceu em Salvador. Jornalista, escritor e fotógrafo, iniciou a carreira literária em 2002, quando ganhou o Prêmio Braskem com Memorial dos medíocres. Publicou Sob um céu de gris profundo (2011) e participou das coletâneas As baianas (2012) e 82: uma copa, quinze histórias (2013). Integrou ainda a antologia Wir sind bereit (2013), a convite da editora alemã Lettrétage. Em 2014, foi selecionado para o segundo volume de Autores baianos: um panorama, publicação em quatro idiomas promovida pela Funceb.
Em 2015, lançou Ladeiras, vielas & farrapos e ganhou um prêmio de residência artística para escritores no Instituto Sacatar, Itaparica. A experiência proporcionou seu retorno à fotografia: as imagens de Crônicas de um mar sem fúria é um dos resultados de intensa produção. Em 2016, foi convidado para integrar o conselho diretor do Sacatar e passou a fazer parte de um GT de processos contemporâneos em Artes Visuais do Museu de Arte Moderna da Bahia.
Tem diversos trabalhos publicados em revistas como a norte-americana Americas Quarterly. É autor da grande reportagem impressa Vidas suspensas · os descaminhos de pessoas desaparecidas em Salvador, aprovada com distinção pela banca examinadora do trabalho de conclusão de curso. Foi um dos criadores e responsáveis pela gestão estratégica e de conteúdo da revista Grauçá, primeira a abordar exclusivamente a Península de Itapagipe.
Prestou serviços em assessoria de comunicação para instituições como o Conselho Regional de Psicologia da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Conservação Internacional, Gomes Martins Advogados & Consultores e o Instituto de Mídia Étnica, além de ter sido assessor cultural da Fundação Casa de Jorge Amado.


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